sábado, 6 de junho de 2015

JESUS SAIU? O BENFICA NÃO É ACOMETIDO DE "ERROS HISTÓRICOS"

Benfica, SL Benfica, Benficabook, Campeao, Campeoes,

R eflexão sublime de um Benfiquista sóbrio, sobre a grandeza e o que representa o seu Clube. Jesus foi, o Benfica continua.


Conquanto por aí se repita, o Benfica não é acometido de "erros históricos", daqueles irreversíveis e fatais. Cometemos erros, com certeza, enormes sem dúvida, mas nenhum deles suficientemente grande sequer para arranhar a pele do clube, quanto mais para lhe tocar o coração.
É uma questão de dimensão matemática apenas: o tamanho dos erros é proporcional ao tamanho do seu autor, mas nunca maior que a metade do mesmo.

Relembrando as palavras de alguém no France Football, «O Benfica é eterno. Eles não conhecem fenómenos de erosão que possam fazer perigar as suas fundações mais seguras. Eles sabem sempre renovar a sua imagem. O Benfica é uma lenda». No Benfica, a Operação Barbarossa era uma derrota num campeonato já ganho, a invasão a Alcácer Quibir uma derrota pela margem mínima numa 1ª mão fora, o "obviamente demito-o" um tristonho início de pré-época.

"Erro Histórico" havia sido, se no dia 28 de Fevereiro de 1904, tivesse entrado na Farmácia Franco, escondido entre os 24 fundadores, algum que no momento da elaboração da acta fundadora, levantasse o dedo e dissesse "alto lá.. isto sem dinheiro a coisa não vai lá.. aguentem aí que eu vou só ali falar com o meu avô, a ver se ele nos arranja dinheiro e um campo, antes que se case para aí com uma menor ou com a empregada".

E que aqui não se olvide o quão difícil seria em pleno período monárquico, escolher 24 Homens e destes nenhum ter como movimento táctico preferido, puxar dos galões nobres da família. Que se entenda a profundidade disto: o Benfica foi fundado por 24 Homens que, sentados no banco a orientar a equipa, a perder por 1-0 a 2 minutos do fim, não colocariam em campo um ponta de lança para o assalto final, mas sim um defesa.. um Humberto ou um Luisão certamente, mas um defesa e ganhariam por 12-1!

Uma instituição que nasce a acertar, é como se no primeiro dia de vida tivesse perfurado todo o braço com o Plano Nacional de Vacinação e dado um banho numa banheira cheia de cuprinol.
Um palmarés que nos orgulha, não se herda como um título nobiliárquico. É mais como a sífilis que nos faz comer a sopa com um garfo. Conquista-se com decisões, umas acertadas, no caso do palmarés, outras com "erros históricos", no caso da doença venérea que deu origem aos Prémio Stromp.
As inscrições no historial das competições são eternas e de regular actualização. Disto, em Portugal o Benfica tem mais do que qualquer outro. Quando muito, o Maior Clube Português pode ser parabenizado pela sua panóplia de "acertos históricos". Tanto pode quem tanto ganha.

In A MÃO DE VATA
R eflexão sublime de um Benfiquista sóbrio, sobre a grandeza e o que representa o seu Clube. Jesus foi, o Benfica continua.


Conquanto por aí se repita, o Benfica não é acometido de "erros históricos", daqueles irreversíveis e fatais. Cometemos erros, com certeza, enormes sem dúvida, mas nenhum deles suficientemente grande sequer para arranhar a pele do clube, quanto mais para lhe tocar o coração.
É uma questão de dimensão matemática apenas: o tamanho dos erros é proporcional ao tamanho do seu autor, mas nunca maior que a metade do mesmo.

Relembrando as palavras de alguém no France Football, «O Benfica é eterno. Eles não conhecem fenómenos de erosão que possam fazer perigar as suas fundações mais seguras. Eles sabem sempre renovar a sua imagem. O Benfica é uma lenda». No Benfica, a Operação Barbarossa era uma derrota num campeonato já ganho, a invasão a Alcácer Quibir uma derrota pela margem mínima numa 1ª mão fora, o "obviamente demito-o" um tristonho início de pré-época.

"Erro Histórico" havia sido, se no dia 28 de Fevereiro de 1904, tivesse entrado na Farmácia Franco, escondido entre os 24 fundadores, algum que no momento da elaboração da acta fundadora, levantasse o dedo e dissesse "alto lá.. isto sem dinheiro a coisa não vai lá.. aguentem aí que eu vou só ali falar com o meu avô, a ver se ele nos arranja dinheiro e um campo, antes que se case para aí com uma menor ou com a empregada".

E que aqui não se olvide o quão difícil seria em pleno período monárquico, escolher 24 Homens e destes nenhum ter como movimento táctico preferido, puxar dos galões nobres da família. Que se entenda a profundidade disto: o Benfica foi fundado por 24 Homens que, sentados no banco a orientar a equipa, a perder por 1-0 a 2 minutos do fim, não colocariam em campo um ponta de lança para o assalto final, mas sim um defesa.. um Humberto ou um Luisão certamente, mas um defesa e ganhariam por 12-1!
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