Vieira reage, vivemos uma ditadura anti Benfica assente na comunicação social

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L uís Filipe Vieira reagiu em comunicado, retirou Costa e Medina da Lista de nomes de apoio à sua recandidatura e deixa nas entrelinhas que, vivemos numa espécie de ditadura de ataque ao Benfica e uma campanha sem precedentes contra o Presidente do Benfica.


Desde que a Associação Criminosa de Futebol do Porto luta financeiramente pela sobrevivência, nunca se tinha visto um ataque tão cerrado do cartel do porto ao Benfica, com as suas televisões e jornais da sua influência.
Nunca ficou tão clara a profunda corrupção das instituições que nos governam, políticos, comunicação social e justiça, todos ao serviço das famílias mais poderosas do porto/norte.

«Vivemos tempos em que a justiça passou a ser feita [...] nos media. Tempos em que os juízes foram substituídos por jornalistas e comentadores que, num registo de excessos, sem conhecimento dos factos, mas com a cumplicidade de quem os vai parcialmente alimentando com o único objetivo de contaminar a perceção pública.»
«Tempos em os jornais preanunciam condenações e em que líderes partidários e políticos mais populistas, propositadamente, esquecem um dos princípios básicos em que se assenta o nosso Estado de direito.»
«Nos últimos quatro dias, António Costa, Fernando Medina foram atacados de forma incompreensível e torpe, não pelo apoio que enquanto sócios do Sport Lisboa e Benfica entenderam dar-me, como já o tinham feito em 2012 e 2016 sem que se tenha assistido a qualquer tipo de alarido, mas, precisamente, pela perceção pública que, de forma concertada, os media foram construindo, deturpando e usando como catalisador de uma campanha populista de difamação.»


«Tomei a iniciativa de retirar da minha comissão de honra todos os titulares de cargos públicos, sejam autarcas, deputados ou membros do Governo. É triste que, 46 anos depois do 25 de Abril, se tenha de censurar quem livremente decidiu manifestar-me o seu apoio, mas o populismo e a demagogia dos dias de hoje obrigam-me a fazê-lo de forma a terminar com uma polémica injustificada e profundamente hipócrita.»
Luís Filipe Vieira em Comunicado.